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Tempos e festas

O que são os dias santos de guarda

Uma palavra que você ouviu, explicada em poucas linhas.

Doutrina

Dias santos de guarda, ou dias de preceito, são as grandes festas em que a Igreja pede ao católico o mesmo que no domingo: participar da Missa.

Nesses dias, mesmo em dia de semana, a Igreja pede o que pede no domingo: ir à Missa e evitar o trabalho que atrapalhe o culto a Deus e o descanso. O terceiro mandamento fala delas ("festas de guarda"), e guardá-las é o primeiro dos cinco preceitos da Igreja.

A lei geral da Igreja lista dez: Natal, Epifania, Ascensão, Corpus Christi, Santa Maria Mãe de Deus, Imaculada Conceição, Assunção, São José, São Pedro e São Paulo, e Todos os Santos. A conferência dos bispos de cada país, com o aval da Santa Sé, pode tirar festas da lista ou passá-las para o domingo, e no Brasil algumas passam. Confirme na sua paróquia quais valem para você.

Quando você encontra

Ao longo do ano, nas grandes festas de Jesus, de Nossa Senhora e dos santos. Algumas têm data fixa, como Santa Maria Mãe de Deus, em 1º de janeiro; outras mudam a cada ano, como Corpus Christi, na quinta-feira depois do domingo da Santíssima Trindade. Como no domingo, a lei da Igreja conta também a Missa da tarde da véspera. Os horários estão na secretaria da paróquia.

Quais são os dias santos de guarda no Brasil?

No Brasil, é a CNBB, a conferência dos bispos, que pode, com o aval da Santa Sé, tirar festas da lista geral ou passá-las para o domingo. A festa de São Pedro e São Paulo, por exemplo, é celebrada num domingo perto de 29 de junho. Este site não traz a lista brasileira dia por dia: confirme na sua paróquia quais dias valem para você.

Todos os Santos é dia santo de guarda?

Na lei geral da Igreja, sim: Todos os Santos, em 1º de novembro, está na lista. No Brasil, a festa passa para o domingo seguinte, a não ser que o dia 1º já caia num domingo, para que mais gente possa participar da Missa. O calendário de um ano pode trazer exceções, por isso confirme na sua paróquia.

E se eu não conseguir ir à Missa num dia santo?

O Catecismo reconhece motivos sérios, como uma doença ou o cuidado de um bebê, e a lei da Igreja permite que o pároco, em cada caso, dispense a obrigação ou a troque por outra prática de piedade. Quando não há Missa possível, a Igreja recomenda participar de uma celebração da Palavra, se houver uma na igreja, ou reservar um tempo de oração, sozinho ou em família. Se a dúvida é sobre o seu caso, converse com o padre ou com a secretaria da paróquia.

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