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Vida da paróquia

O que é o dízimo

Uma palavra que você ouviu, explicada em poucas linhas.

Costume local

Dízimo é a contribuição regular que o fiel oferece à sua comunidade para sustentar a vida da Igreja: o culto, a evangelização e a caridade.

A palavra quer dizer "a décima parte". Na Bíblia, era a parte dos bens que cada família oferecia a Deus, em gratidão, para manter o templo e os sacerdotes. Os bispos do Brasil descrevem o dízimo como uma contribuição regular, com que cada comunidade assume o próprio sustento e o da Igreja.

Entre os mandamentos da Igreja, o Catecismo põe o de ajudar nas necessidades materiais dela, conforme as possibilidades de cada um, e o Código de Direito Canônico também fala desse dever. A Igreja não fixa um valor: cada um decide em consciência.

O dízimo não é uma taxa nem o preço de um serviço. É um gesto gratuito, de gratidão e de pertença à comunidade.

Quando você encontra

Na paróquia: cada uma organiza o dízimo do seu jeito. Muitas têm uma equipe da pastoral do dízimo, que recebe as contribuições, em geral mensais, e presta contas à comunidade. No Brasil, novembro costuma ser um mês de reflexão sobre o dízimo. Como funciona na sua comunidade, confirme na sua paróquia.

O dízimo é obrigatório?

A Igreja pede, entre os seus mandamentos, que cada um ajude nas necessidades materiais dela, conforme as próprias possibilidades. No Brasil, o dízimo é a forma habitual dessa ajuda, mas não é uma taxa nem o preço de um serviço: é um gesto gratuito, que cada um faz em consciência. Se você está sem condições ou tem dúvidas, converse com o padre ou com a secretaria da paróquia.

Quanto é o dízimo? Precisa ser 10%?

Não precisa. A palavra vem da décima parte, que era a medida na Bíblia, mas a Igreja não fixa um valor: cada pessoa decide em consciência, conforme pode. São Paulo pede que cada um dê o que decidiu no coração, com alegria e sem constrangimento.

Para onde vai o dinheiro do dízimo?

Para as necessidades que o Código de Direito Canônico aponta: o culto, as obras de evangelização e de caridade e o sustento dos que servem a Igreja. Na prática, isso inclui as contas da paróquia e a partilha com a diocese. Bispos que escrevem no portal da CNBB lembram que a paróquia deve prestar contas à comunidade do que recebe e de onde aplica; se tiver dúvida, pergunte na secretaria.

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